Nas grandes cidades brasileiras, observa-se o crescimento das áreas mais afastadas daquelas que outrora eram consideradas a região nobre, o núcleo de investimentos e, sobremaneira, a região geradora de bem-estar social. No entanto, essas áreas começam a perder moradores para as zonas marginais, que, por sua vez, se estruturam para receber os novos moradores. Com isso, o que antes era sinônimo de carência passa a ser uma região que é exemplo de condições dignas de vida pelos investimentos públicos e privados que recebem. A mobilidade urbana é um ponto a ser observado haja vista a sua melhora gradativa em algumas regiões do país já que amplia o número de rotas como forma de atender contingentes cada vez maiores de pessoas.
Mediante a situação exposta, pode-se afirmar que a cidade, enquanto produção político-econômica,