“Nas sociedades afluentes, onde campeia o consumismo, homens e mulheres para os quais foi negado o sucesso pessoal, restando-lhes somente o lugar de ‘perdedores’ [...], ficam suscetíveis ao apelo de seitas e cultos ‘destrutivos’ e de grupos evangélicos fundamentalistas, como ocorre nos Estados Unidos. No interior dessas novas comunidades, o indivíduo salva seu próprio eu da dor e da anomia. Mas, para isso, submete-se ao comando de um líder carismático e aceita plenamente a verdade única do líder, que é o fator de coesão comunitária.”
LOPES, Marcos Antônio; MARTINS, Marcos Lobato. A peste das almas. Histórias de fanatismo. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. p. 106.
De acordo com os autores, baseando-se na experiência dos EUA, o crescimento do fundamentalismo evangélico: