Njinga foi uma guerreira destemida, que liderava pessoalmente seus exércitos, governando gentes distribuídas pelo Dongo e por Matamba. Controlou boa parte das rotas do tráfico que traziam escravos do interior e não deixou que os portugueses penetrassem nos sertões angolanos.
(Marina de Mello e Souza. Além do visível: poder, catolicismo e comércio no Congo e em Angola (séculos XVI e XVII), 2018. Adaptado.)
Os vínculos entre os portugueses e Njinga eram essenciais para