No 4 de junho de 1989, o governo chinês colocou fim aos dois meses de ocupação estudantil da praça central da capital, Pequim, graças a uma violenta intervenção militar, que provocou a morte de mais de 2 mil pessoas e deixou outros milhares de feridos, segundo dados da Cruz Vermelha chinesa.
Tida como um dos mais importantes episódios da história recente da China, a contestação contra o regime do Partido Comunista Chinês (PCC) continua banida dos livros escolares e é tema censurado no país.
(www.bbc.co.uk/portuguese. Adaptado.)
A respeito do contexto histórico, no qual os protestos da China se inserem, é correto afirmar que