No arco que cobre o trono, os perfis de D. João VI e D. Pedro I. Na mesma sala do trono, surge uma apoteótica visão dos destinos históricos do país: de um lado, o imperador investido do exercício de seus direitos constitucionais; de outro, aqueles que seriam os vícios, as calamidades, os crimes que dilaceravam o Império durante o “estado anormal e anárquico do país na menoridade”. Estes, por sua vez, fogem espavoridos para o inferno de onde haviam saído, a fim de ceder o lugar à sabedoria e à virtude do novo regime.
Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)
A respeito do cenário de sagração e coroação de D. Pedro II, descrito no texto, é correto afirmar que