No capítulo IV - “Boqueirão”, de Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto (1988, p. 366), acompanha-se o declínio das atividades no sítio “Sossego” e o envio de uma carta do protagonista à sua irmã Adelaide. Em certa altura dessa carta, lê-se:
“Ninguém compreende o que quero, ninguém deseja penetrar e sentir; passo por doido, tolo, maníaco e a vida se vai fazendo inexoravelmente com a sua brutalidade e fealdade."
Este balanço da vida ativista de Policarpo Quaresma, tendo em vista a narrativa completa, demonstra que o autor