No confronto entre dois modelos desenvolvimentistas distintos, venceu a “modernização conservadora” proposta pela Escola Superior de Guerra (ESG), com o apoio dos Estados Unidos. Chamado de “revolução” durante anos, o movimento político-militar deflagrado em 31 de março de 1964 foi, na verdade, um golpe de Estado. Mas não apenas um golpe militar, como em geral se supõe: a sociedade civil e o Congresso tiveram participação decisiva nele.
(Eduardo Bueno. Brasil: uma história, 2012. Adaptado.)
De acordo com o excerto, a tomada de poder pelos militares, em 1964,