No conto “O Ritual Musgrave”, Sherlock Holmes recebeu um papel em que estavam descritas as perguntas e respostas de um ritual a que todos os integrantes da família Musgrave deveriam se submeter ao atingir a maioridade:
— De quem era?
— De quem morreu.
— Quem a terá?
— Quem vier.
— Qual era o mês?
— O sexto desde o primeiro.
— Onde estava o sol?
— Lá no carvalho.
— Onde estava a sombra?
— Debaixo do olmo.
— Como se andava?
— Norte dez e dez, leste cinco e cinco, sul dois e dois,
oeste um e um, e então embaixo.
— O que daremos por ela?
— Tudo o que é nosso.
— Por que devemos dar-lhe?
— Por causa da confiança.
(Arthur Conan Doyle. As aventuras de Sherlock Holmes, vol. III, s/d.)
Holmes supôs que o ritual correspondia a um mapa de localização e que norte dez e dez significava vinte passos no sentido norte e assim sucessivamente.
Considerando que cada passo corresponda a 50 cm, o módulo do vetor deslocamento entre o ponto em que Holmes iniciou a caminhada e o ponto em que a terminou é de, aproximadamente,