No extremo norte, a especiaria, a famosa droga do sertão, encontrava pela frente não a procura nos mercados do consumo, mas os meios de transporte que eram escassos. Embora a busca ou colheita da droga fosse incentivada pelo poder público, os que com ela mercadejavam não obtinham os rendimentos excessivos ou mesmos satisfatórios para uma vida menos difícil.
(Arthur Cézar Ferreira Reis. “O comércio colonial”. In: A época colonial, vol. 2, 1960. Adaptado.)
Em vista dessas condições econômicas coloniais na metade do século XVIII, o marquês de Pombal, ministro do rei D. José I,