No final da II Guerra Mundial, o contexto internacional foi caracterizado pela Guerra Fria, que sofreu uma flexibilização com a política denominada “coexistência pacífica”. A América Latina, nesse cenário internacional, tornava-se um ator importante, incluindo-se no grupo emergente, sendo visível o seu significado no projeto das relações internacionais. O Brasil, nessa relação, como integrante do universo ocidental e capitalista, alinhava-se na esfera política, ideológica e militar aos Estados Unidos. Nessa perspectiva, o governo brasileiro sentia-se desprestigiado pela política econômica dos Estados Unidos que dava prioridade à Europa e, após, à Ásia.
A América Latina voltou ao plano estratégico da política externa americana devido
I - à revolução cubana, com suas reformas, especialmente a agrária, e a nacionalização das empresas norte-americanas.
II - à política externa brasileira de Juscelino Kubitschek, que deu significativo apoio à descolonização afro-asiática.
III - à aproximação do governo cubano com a União Soviética.
IV - ao crescimento do movimento sindical, na América Latina, o qual demonstrava uma aceleração do desenvolvimento sustentável.
Está(ão) correta(s)