No início do século XX, ocorria na imprensa paraense um intenso debate sobre a participação das mulheres no processo eleitoral. O jornal O Estado do Pará (1913) estampou acerca do que ocorria na Inglaterra o seguinte comentário
“Com efeito, o sufragismo, tal como o praticam [...] as damas inglesas, é insensato e é ridículo, tendo descido aos mais intoleráveis excessos, professando um apostolado somente atentados degradantes.
[...] Na próxima crônica veremos como a sociedade se defende desses demônios de saia.”
Fonte: Estado do Pará, 11 de junho de 1913, p. 1, ed. 791.
O texto anterior demonstra o preconceito que o tema do voto feminino e a luta sufragista sofreram no Brasil. Foi preciso mais tempo para que o direito das mulheres ao voto fosse conquistado.
Neste sentido, ele foi reconhecido pelo Código Eleitoral de 1932 e incorporado pela