No início dos anos 60, a situação social das classes trabalhadoras nas áreas rurais do país não sofrera nenhuma mudança. As grandes propriedades agroexportadoras, capitalistas, embora com nível baixo de produtividade (café, no Centro-Sul, algodão e açúcar, no Nordeste, cacau, na Bahia, etc), e os latifúndios de baixíssima produtividade e pequeno índice de cultivo (fazendas de gado e produção de alimentos para o mercado interno), ainda predominavam na agricultura brasileira, ocupando mais de 70% das terras. (ALENCAR et al. 1979, p. 312).
A situação descrita no texto explica a organização de movimentos sociais e ações populares no campo, dentre eles