“No meu sexto e sétimo consulados, após haver posto fim às guerras civis e assumido o poder absoluto por consenso universal, transferi a República do meu domínio para o arbítrio do Senado e do Povo Romano. Por esse motivo e pelo meu próprio mérito foi-me atribuído, por decisão senatorial, o título de Augusto, e as ombreiras da minha casa foram publicamente cobertas de louros, uma coroa cívica foi fixada sobre minha porta e um escudo de ouro foi colocado na Cúria Júlia, como testemunho, através da inscrição nele registrada, que o Senado e o Povo Romano me haviam dado graças à minha virtude, clemência, justiça e devoção. Depois dessa época, fiquei acima de todos em autoridade; porém, não tive mais nenhum poder além do que tinham os outros que também foram meus colegas de magistratura”.
O texto acima indica que foi tudo isto, graças a um subterfúgio legal, que Júlio César Otaviano conquistou na sessão do Senado de 16 de janeiro de 27 a.C. Era o início de uma autoridade incontestada à frente dos destinos de meio mundo conhecido de então, durante quarenta anos. Seria chamado de o princeps, o primeiro dos cidadãos. Respeitado como estadista e pilar da moralidade pública. Era o verdadeiro senhor. Foi honrado como divino (Augusto). Consoante aos seus conhecimentos sobre a história do Império Romano, identifique apenas a alternativa que não corresponde ao governo de Otávio Augusto: