No século XI, o Islã era a religião mais forte do planeta. Em menos de cinco séculos, desde a morte de Maomé, em 632, a palavra de Alá tinha conquistado a Península Arábica, o norte da África, a Ásia Central, Espanha, Portugal, grande parte da Índia e até um pedacinho da China. Não era uma hegemonia apenas religiosa. Os muçulmanos superavam os cristãos em ramos como a matemática, a astronomia, a medicina e a química. Foi quando chegou ao papa um pedido de ajuda do Império Cristão Bizantino. Os bizantinos estavam preocupados com a presença nas suas fronteiras dos muçulmanos. Já tinham tomado a cidade bizantina de Nicéia e estavam a menos de 160 quilômetros de Constantinopla. Naquele momento, não restava alternativa ao imperador bizantino Aleixo Comenos a não ser apelar para seus confrades europeus. Só que, quando o imperador avistou a primeira leva de combatentes cristãos, teve motivos de sobra para se preocupar.
CAVALCANTE, Rodrigo. Disponível em: http://super.abril.com.br/religiao/2-ladoscruzadas-445664.shtml. Acesso em: 29/03/2014 (Adaptado).
As diversas expedições militares cristãs que partiram da Europa Ocidental tinham vários propósitos, dentre os quais: