No século XIX, podemos notar claramente os dois sentidos do movimento que até hoje dilacera o pensamento liberal: a permanência do liberalismo conservador, que defende a liberdade, mas não a democracia (ou seja, não é um liberalismo com aspirações igualitárias) e o liberalismo radical, que, além da liberdade, defende a igualdade.
(ARANHA; MARTINS, 2001, p. 229).
O “liberalismo conservador”, referido no texto, apresentava, entre suas principais premissas,