No tópico mais importante, [Getúlio Vargas] acompanhou a maioria liderada por Washington na resolução que equiparou o eventual controle de um país das Américas por um regime comunista a uma ameaça a todos os países das Américas. Dois meses antes do suicídio de Vargas, em 24 de agosto de 1954, o Brasil apoiou a invasão contra o governo esquerdista da Guatemala, numa operação montada pelo governo americano, e sustentou no Conselho de Segurança da ONU, a posição dos Estados Unidos.
(Rubens Ricupero. A diplomacia na construção do Brasil, 2017. Adaptado.)
A diretriz das relações exteriores do governo de Getúlio Vargas (1951–1954) nas Américas