Nos anos 1960, a etnóloga Margaret Mead combateu veementemente a noção de “eterno feminino”, mostrando que os atributos de cada sexo variam segundo os povos. Por exemplo, entre os arapeches da Nova Guiné, que ela estava estudando, era aos homens que se atribuiam traços de caráter geralmente considerados femininos, tais como a sensibilidade, a passividade e o amor pelos filhos.
DORTIER, J.-F. Gênero. In: Dicionário de ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
De acordo com o estudo citado, os papéis e responsabilidades de homens e mulheres em uma sociedade são