Nos anos de 1990, devido às políticas neoliberais implantadas no país e à consequente contenção dos orçamentos dos órgãos fundiários, as ações discriminatórias de terra tornaram-se raras na Amazônia. A terra pública continuou confundindo-se, por meios lícitos ou não, com a terra privada, aumentando o caos fundiário das décadas anteriores e tornando cada vez mais difícil reconhecer e separar a terra pública da privada.
(Violeta Refkalefsky Loureiro et al. “A questão fundiária na Amazônia”. Estudos Avançados, no 54, vol. 19, 2005.)
Na Amazônia, as políticas neoliberais dos anos 1990 acentuaram o processo de