Nos primeiros livros registra a sua luta interior contra sua condição social e racial, e o desejo de superá-la, consubstanciando-se no emprego contínuo do vocábulo ‘branco’ e outros com ele relacionados. Em obras posteriores, a revolta diminui, levando-o a transmitir uma verdadeira resignação cristã e serenidade de espírito, apesar dos grandes dramas familiares que o envolveram nos últimos anos de vida. A dor passa a ser algo que purifica a alma humana, “Vê como a Dor te transcendentaliza!”.
Esses conceitos correspondem ao mundo poético de: