Nós, seres humanos, temos conseguido escapar de nossos predadores. Na segurança do ambiente urbano, não precisamos sofrer por sermos devorados por leões, tigres ou outros carnívoros mais fortes e rápidos do que nós. Isso nos permitiu ocupar com sucesso os ecossistemas e nos multiplicar como nenhum animal havia feito antes. É por isso que muitas vezes pensamos que somos invulneráveis, pelo menos quando se trata de competir com os outros habitantes da Terra pela nossa sobrevivência diária. Essa imagem é totalmente errônea.
Estamos imersos em uma luta constante contra um adversário tão poderoso que poderia eliminar nossa raça em questão de meses. De fato, isso esteve a ponto de acontecer mais de uma vez. Estamos falando dos microrganismos, nossos inimigos invisíveis, os milhões de seres microscópicos com os quais compartilhamos nosso habitat: bactérias, vírus e muitas minúsculas formas de vida com as quais mantemos uma relação de amor e ódio muito especial. Graças a eles estamos vivos. Por culpa deles, morrem, aproximadamente, catorze milhões de pessoas por ano. (NÓS SERES, 2021).
Em relação ao texto apresentado e com base nos conhecimentos acerca da preservação da espécie humana, pode ser inferido que