Nos últimos cinquenta anos houve redução, em média, de 68% de espécies de vertebrados aquáticos e terrestres no planeta. Para remediar esse problema, cientistas criaram biobancos, instituições que coletam e congelam amostras de tecidos e células dos seres que podem ser extintos. Tullis Matson, especialista em reprodução artificial, criou um desses biobancos no Reino Unido. Depois da coleta das células, o material coletado é colocado em tubos contendo um anticongelante rico em nutrientes, ideal para a preservação celular. Esses tubos ficam armazenados a –196 ºC, temperatura na qual todos os processos químicos cessam. Para ativar as amostras, os técnicos as aquecem em um banho de nutrientes, quando passam a se dividir e a se multiplicar. Depois os cientistas usam um método semelhante ao de uma clonagem.
(Sabrina Brito. “Uma nova arca de Noé”. Veja, 08.06.2022. Adaptado.)
De acordo com a técnica apresentada, indivíduos formados a partir de uma única célula congelada formarão uma nova população com