Novos Combates à Tuberculose: como combater a bactéria causadora da tuberculose quando ela já apresenta resistência a diversos antibióticos? O Laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS) em Campinas possui uma linha de pesquisa para analisar moléculas que se ligam a enzimas importantes da Mycobacterium tuberculosis como ponto de partida para novos fármacos. O LNLS possui um tubo circular a vácuo, onde um feixe de elétrons move-se com velocidade próxima da luz (3 x 108 m/s), numa órbita circular de raio R = 32 m.
O fluxo de elétrons constitui uma corrente elétrica de 0,12 A, através de uma seção transversal do tubo, que pode ser considerado como um fio condutor. Lembrando que a carga do elétron é de 1,6 x 10-19 C, o número total de elétrons contidos na órbita é, aproximadamente, de: