Num texto especialmente infeliz, Rui Barbosa assim se posicionava diante do maxixe, um ritmo popular e popularizado no Brasil desde meados do século XIX: “A mais baixa, a mais chula, a mais grosseira de todas as danças selvagens, a irmã gêmea do batuque, do cateretê e do samba”. Essa visão preconceituosa seria atacada frontalmente pelos modernistas de 1922, em poesia, em prosa e em manifestos virulentos em favor da arte de vanguarda. Décadas depois, a expressão popular e a culta alcançariam um notável modo de fusão na prosa de Guimarães Rosa, e a vida das populações mais sofridas do Nordeste alcançaria alta representação no crivo rigoroso e crítico da poesia de João Cabral de Melo Neto.
(LIMA, Cristiano Costa e. Inédito)
Um pequeno grupo dos intelectuais identificados ao movimento modernista participou, posteriormente, do movimento integralista. Entre as principais características do Integralismo, podemos destacar