Nunca é demais lembrar o quanto o tratamento da regionalização está impregnado dos processos de periodização, e vice-versa. Jamais podemos ignorar que as regionalizações são sempre historicamente datadas, assim como as periodizações têm sua validade regionalmente delimitada, pois nunca podem ser amplamente generalizadas. Essa contextualização espaço-temporal, não podemos esquecer, refere -se tanto às transformações histórico-geográficas concretas quanto – e às vezes de maneira dissociada – no campo da história das ideias. Por diferentes motivos, entretanto, algumas regionalizações podem resistir no tempo.
(Rogério Haesbaert. “Regionalizações brasileiras: antigos legados e novos desafios”. In: Confins, no 44, 2020. Adaptado.)
Elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a atual regionalização brasileira,