Nunca será demais lembrar que a cor da China não é mais o amarelo, nem o vermelho de sua bandeira. É o preto da fuligem que escurece o pôr do sol, cobre as cidades de fumaça, tinge as águas dos rios e encharca de chuva ácida os arrozais.
(José E. da Veiga. A emergência socioambiental, 2015.)
A degradação ambiental ironizada pelo autor é explicada