"O amor é fogo que arde sem se ver é ferida que dói e não se sente (...)". O soneto famoso, escrito por Luís Vaz de Camões e lançado em 1598, tenta ao seu modo explicar a complexidade do amor. Sabe-se que na verdade o amor está relacionado à Química e diretamente relacionado aos níveis de substâncias químicas produzidos pelas pessoas apaixonadas como dopamina (I), serotonina (II) e noradrenalina (III) que em alta concentração trazem a sensação maravilhosa que o amor provoca.
As estruturas mostradas acima e relacionadas ao amor apresentam em comum a função orgânica: