O Brasil é um exemplo claro da tendência do mercado mundial de telecomunicações, cada vez mais concentrado nas mãos de poucas empresas. Esse cenário limita a competição e as opções dos consumidores na hora de escolher o seu provedor de banda larga. “A oferta do acesso à banda larga é exageradamente concentrada, sobretudo considerando que a prestação do serviço está sujeita ao regime de livre concorrência”, afirma estudo do Ipea. Segundo dados da consultoria Teleco, 92% das conexões são fornecidas por apenas quatro empresas: Oi, NET, Telefônica e GVT.
(www.senado.gov.br. Adaptado.)
O cenário apresentado pelo excerto caracteriza um