O Brasil entrou – e já era tempo – em fase de restauração do trabalho. A higiene, a beleza, a arte, o “conforto” já encontraram quem lhes abrisse as portas desta terra [...]. O Rio de Janeiro, principalmente, vai passar e já está passando por uma transformação radical. A velha cidade, feia e suja, tem os seus dias contados.
(Olavo Bilac (Crônica, 1904) apud Nicolau Sevcenko. Literatura como missão, 1983.)
Essa “transformação radical” significou