O Brasil tem feito avanços significativos no desenvolvimento de pele em laboratório. O novo tecido é formado célula a célula, camada por camada, tal como a pele humana. Nessa recriação in vitro, são utilizados fibroblastos, melanócitos e queratinócitos, obtidos a partir de tecidos cutâneos descartados de cirurgias plásticas, com o consentimento dos doadores.
(http://revistapesquisa.fapesp.br, 16.07.2016. Adaptado.)
Fibroblasto e melanócito são células localizadas, respectivamente, na