O Brasil vivia, de fato, uma situação única na sua história naquele momento. O derradeiro ministério do governo imperial havia sido deposto pelas armas do marechal Deodoro, mas a República ainda não estava proclamada. Àquela altura, portanto, o regime não era monárquico nem republicano. O Parlamento, por sua vez, estava em recesso. [...] Para todos os efeitos, o chefe supremo da nação era o imperador, mas na prática já não tinha poder algum porque nada poderia fazer sem consultar Deodoro, o homem forte daquele dia.
(GOMES, 2013, p. 279).
Os momentos de indecisão e de imprecisão política, relatados no texto, e os conhecimentos sobre a proclamação da República no Brasil permitem afirmar: