O brasileiro nem sempre foi este sujeito cortês, tampouco este malandro festivo com ginga no pé, seja para sambar ou dar olé. Este modelo foi se desenhando ao longo do século XX, com mais vigor nas décadas de 1920 e 1930. Mas há um homem especialmente responsável por tudo isso: Getúlio Vargas (1882-1954). Foi na rabeira do Estado Novo que aconteceu, por exemplo, a oficialização do Carnaval e sua consequente expansão para outros estados, inspirando uma unidade nacional até então impensável, ainda que, muitas vezes, à custa do enfraquecimento das manifestações culturais locais.
(Junior Bellé. 200 Milhões de Indagações, Revista da Cultura, junho 2014, p. 55)
Das alternativas apresentadas abaixo, assinale aquela que não apresenta uma característica do Estado Novo (1937-1945), governo ditatorial de Getúlio Vargas.