O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou nota em seu site informando que, diferentemente do que foi veiculado por alguns órgãos noticiosos, os índios kaiowás e guaranis de Pyelito Kue, no Mato Grosso do Sul, não manifestaram intenção de promover um “suicídio coletivo”. Segundo a nota, os kaiowás e guaranis falam em morte coletiva (o que é diferente de suicídio coletivo) no contexto da luta pela terra, ou seja, se a Justiça e os pistoleiros contratados pelos fazendeiros insistirem em tirá-los de suas terras tradicionais, estão dispostos a morrer todos nelas, sem jamais abandoná-las.
Adaptado de noticias.uol.com.br, 24/10/2012.
O recente conflito entre grupos indígenas e fazendeiros no Brasil atraiu a atenção da grande imprensa e de organizações de defesa dos direitos humanos em todo o mundo.
Uma causa histórica para esse conflito e um fator que o agravou estão indicados, respectivamente, em: