O controle do tráfico de africanos escravizados deu-se por comerciantes localizados em cidades da própria colônia e não, como se pensava antes, por portugueses sediados em Lisboa. Esse dado coloca em outros termos o processo de acumulação de capital e a própria possibilidade de existência de um mercado interno colonial.
(Sheila de C. Faria. A colônia brasileira: economia e diversidade, 1997. Adaptado.)
De acordo com a análise do excerto, o tráfico de africanos escravizados