O coronavírus e a globalização econômica
Não há dúvida de que a circulação de pessoas está por trás da difusão global da doença, tornando o movimento de pessoas a causa e a vítima da COVID-19.
No outono chinês de 2019, na cidade de Wuhan, epicentro da pandemia, surgiram as primeiras evidências da COVID-19, originada do vírus SARS-CoV2. De origem ainda incerta, segundo o relatório divulgado em março de 2021, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus faz parte da família do coronavírus, que provoca doenças simples como resfriados até as síndromes respiratórias agudas graves.
À medida que a enfermidade se espalhava, o mundo, assombrado, via os dois pilares da globalização, a livre circulação de pessoas e de mercadorias, sendo afetados com a rápida propagação da doença. As viagens domésticas e internacionais e a circulação de mercadorias foram muito alteradas, principalmente nos primeiros meses da pandemia, e, até hoje, não houve uma retomada da normalidade.
Disponível em: https://www.em.com.br/app/colunistas/sueli-vasconcelos. Acesso em: 2 nov. 2021. Adaptado.
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