O Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP) multiplicou-se em unidades estaduais e até municipais e a nova “ciência da administração” impregnou toda a ação dos estados com o caráter formalístico da ação federal, dividindo e separando fins e meios e provocando, por toda parte, a mesma ineficiência e imobilização dos serviços públicos.
(TEIXEIRA, Anísio. A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956. p.156.)
No texto, associa-se criticamente a centralização política promovida pelo Estado Novo (1937- 1945) ao fenômeno: