O desenvolvimento do capitalismo propiciou o surgimento do que ficou conhecido como movimento operário, ou seja, a luta dos trabalhadores pelos seus direitos em função da exploração a que estavam submetidos, como extensas horas de trabalho, exploração da mão de obra infantil e feminina, entre outros aspectos. Os movimentos ou doutrinas sociais de esquerda, sobretudo os anarquistas e os socialistas, foram os principais organizadores oriundos da classe proletária. Em oposição a esses movimentos, a Igreja Católica também elaborou a sua doutrina social, negando a luta de classes e minimizando a exploração do capital sobre o trabalho.
Essa reação ocorreu por meio de um documento papal, assinado por Leão XIII em 1891, que ficou conhecido como