"O Estado nacional [ ... ], que era sobretudo um conjunto de mediações entre a unidade da lei ou da ciência e a diversidade das culturas, se dissolveu no mercado ou, inversamente, se transformou em um nacionalismo identitário e intolerante que desemboca no escândalo da purificação étnica e condena as minorias à morte, à deportação, à violação ou ao exílio"
(TOURAINE, Alain. O que é a democracia. Rio de Janeiro: Vozes, 1996).
A violência imposta às minorias e/ou estrangeiros, fenômeno que ganhou força nas últimas décadas, está calcado na dificuldade ou na impossibilidade de pensar a diferença, do ponto de vista cultural.
Esse fenômeno social pode ser descrito pelo conceito de: