O excerto a seguir, extraído do texto de Drauzio Varella, publicado na Folha de S. Paulo em 10/10/2009, é referência para a questão 30.
Como todos os seres vivos descendem de um ancestral comum, a estrutura química dos genes é sempre a mesma. Tanto faz se os genes são eu caliptos, baleias, fungos, mosquitos, dinossauros, extintos ou da mais reles das bactérias. Ao contrário do que pregam os místicos, a espécie humana não foi criada à imagem e e à semelhança de ninguém. Surgimos há 5 milhões ou 6 milhões de anos através de um percurso penoso, no qual os menos aptos foram eliminados impiedosamente.
Partindo do princípio que nosso DNA não é o melhor do que o dos outros, os três cientistas estudaram os cromossomos (as moléculas gigantes que arquivam o DNA) de um microrganismo que cresce em água parada (Tetrahymena) e de alguns fungos, com a convicção de que os resultados obtidos poderiam ser transpostos para a espécie humana.
A relação estabelecida entre as informações contidas no 1.º período do texto é de: