“O falso e o verdadeiro não estão na coisa mesma, mas no juízo, e portanto no valor de verdade da afirmação. Há verdade ou não dependendo de como a coisa aparece para o sujeito que conhece. Por isso dizemos que algo é verdadeiro quando é o que parece ser. Assim, ao beber o líquido escuro que me parecia café, descubro que o “falso” café é uma verdadeira cevada. A verdade ou falsidade existe apenas no juízo “este líquido é café”, no qual se estabelece o vínculo entre sujeito e objeto, típico do processo do conhecimento.” (ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando. Introdução à filosofia. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2003, pág. 53 e 54).
Sobre verdade e conhecimento, assinale o que for correto.
01) Para os filósofos gregos a verdade corresponde ao que se mostra como evidente e em conformidade com a realidade e com a maneira como ela aparece para nós.
02) “O que é, é” e “é impossível para uma mesma coisa ser e não ser” são considerados por John Locke princípios metafísicos inatos, pois são universais e necessários.
04) A tradição filosófica empirista considera a sensação e a percepção formas de conhecimento por meio das quais nos são dadas as diversas qualidades dos objetos exteriores e interiores, como cores, sons e sentimentos. 08) Immanuel Kant afirma que as opiniões consistem em juízos tomados por verdadeiros, com fundamentos subjetivos e objetivos insuficientes, não podendo, pois, ser consideradas conhecimentos.
16) Jürgen Habermas defende a tese de que o conhecimento consiste em proposições válidas que resultam de um consenso estabelecido pelos indivíduos de um determinado tempo e lugar, a partir de suas crenças, mediante uma racionalidade comunicativa e argumentativa.