O filósofo René Descartes valorizava, no ser humano, a capacidade de raciocínio, colocando o indivíduo em posição central no conjunto da natureza. Em seu Discurso sobre o Método, de 1637, o filósofo afirmou que os seres humanos seriam “senhores e possuidores” da natureza.
Este ponto de vista, predominante no século XVII, se opõe ao ponto de vista ecoprático atual, porque