O final da década de 1960, em termos mundiais, foi realmente um tempo de muita agitação, esperança e inovação nas formas de participação política dos jovens, que emergiam como a principal força transformadora da sociedade moderna. O ano de 1968 ficou conhecido como
o ano da “Grande Recusa”: recusa aos partidos oficiais, ao comunismo burocratizado e ao consumismo capitalista; recusa e exigência de transformação de valores.
(Antonio Carlos Brandão e Milton Fernandes Duarte, Movimentos culturais de juventude)
O ano da “Grande Recusa” inseriu-se no contexto