“O inglês Francis Galton (1822-1911), primo de Darwin, relacionou a evolução dos povos à desigualdade das raças humanas. Criou o conceito de eugenia, estudo do aprimoramento da raça humana. Defendia a ideia de que a inteligência é herdada, não fruto do ambiente […]. Seu livro, Gênio hereditário (1869), transformou-se numa espécie de ‘bíblia’ da antropologia evolucionista.”
(VAINFAS, Ronaldo [et. al]. História, volume único. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 496.)
Diversos campos da ciência no século XIX criaram interpretações a respeito de comportamentos e de valores dos povos recém-dominados pelos europeus nesse período. Dessa forma, as interpretações científicas contribuíram para novas maneiras de compreender o ser humano e não apenas para curá-lo ou melhorar suas condições vida.
De acordo com o texto e com as características do Imperialismo ocorrido nos séculos XIX e XX, é possível afirmar que essa maneira de compreender a espécie humana: