O início de 2014 foi marcado por um novo fenômeno sociocultural designado “rolezinho”. Ele trouxe leituras divergentes dessa nova forma de manifestação, como a do sociólogo Rudá Ricci que afirmou:
É de uma crueldade de classe a gente tratar como se fosse um arrastão. Fico realmente surpreso de como somos tão preconceituosos no Brasil. Eles não estão fazendo nada. Ter medo de gente é demais.
(http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2014-01-14/e- -crueldade-de-classe-tratar-rolezinho-como-arrastao- -diz-sociologo.html)
ou de uma liminar concedendo o direito aos shopping de barrarem os rolezinhos:
Pequenos grupos se infiltram nestas reuniões com finalidades ilícitas (...) violando o direito do dono da propriedade, do comerciante e do cliente do shopping.
(http://www.cartacapital.com.br/sociedade/juizes-divergem-em-decisoes-sobre-rolezinhos-5115.html).
Sobre o fenômeno, pode-se depreender coerentemente que: