O interior do país foi então percorrido por viagens científicas do Instituto Oswaldo Cruz, que levaram a saúde do litoral ao encontro dos sertões brasileiros. Entre 1907 e 1913, regiões do interior paulista, de Minas, da Bahia, os vales do São Francisco e do Tocantins, alcançando até a Amazônia, entraram na rota de tais expedições higienistas. As “patologias do Brasil” pareciam atingir a todos, mas os grandes alvos – além dos sertanejos, caipiras e populações do interior – foram os ex-escravos, os habitantes pobres das cidades, os moradores dos cortiços e favelas, os imigrantes, trabalhadores e camponeses.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)
Esses projetos médicos do início da República brasileira