O lixo que vira energia e crédito de carbono.
Na superfície, uma paisagística bucólica, com grama verde, pequenos morros e árvores de pequeno porte. Quem vê o campo, às margens da rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo, não imagina que debaixo do gramado estão enterradas toneladas de lixo. O aterro funcionou entre 1979 e 2007 e nesse período recebia metade de todo o lixo produzido diariamente em São Paulo. [...] A grande diferença entre lixões e aterros sanitários é que os aterros tratam o lixo para evitar contaminação do lençol freático ou da atmosfera. Isso porque o lixo se decompõe gerando chorume, um líquido poluente, e gás, principalmente metano. [...] Para capturar esse gás, o aterro Bandeirantes tem 400 pontos de captura, que retiram o metano que se forma com a putrefação do lixo, debaixo da terra, e o levam para a Usina Termelétrica Bandeirantes (Bruno Calixto. Revista Época, 3/1/2012).
Uma vantagem socioambiental evidenciada no texto e que pode contribuir para alterar a lógica do descarte de lixo é: