O massacre de Eldorado dos Carajás tornou-se símbolo do padrão recorrente de violações de direitos humanos e injustiças cometidas contra camponeses, trabalhadores e trabalhadoras rurais, povos indígenas e populações tradicionais, como quilombolas, pescadores, ribeirinhos, seus advogados e defensores de direitos humanos engajados nas lutas pelo direito à terra e recursos naturais no Brasil. O massacre deixou 21 mortos e 69 pessoas feridas, muitas com sequelas resultantes de balas alojadas em partes do corpo que as impossibilitam de trabalhar no campo. Apenas duas pessoas, até hoje, foram julgadas e condenadas nos processos que investigam o massacre.
Fonte: MELLO, F. Assessoria de direitos humanos da anistia. Disponível em: https://www.anistia.org.br/noticias. Acesso em 20 set. 2016.
Acerca da questão fundiária, dos direitos humanos e dos direitos à terra e ao trabalho de populações rurais no Brasil, nos últimos 40 anos, é CORRETO afirmar: