O momento decisivo na construção da figura de Bolívar aconteceu, em 1842, quando o governo venezuelano resgatou o político banido, desterrado, morto no exílio e o transfigurou em herói nacional injustiçado e vítima de intrigas do seu tempo. Seus restos mortais foram transladados da ilha de Santa Marta para Caracas com toda a pompa.
(Maria Lígia Coelho Prado. “Bolívar, Bolívares”. Folhetim, 24.07.1983. Adaptado.)
Com base no processo tratado pelo texto, é correto concluir que Simón Bolívar