O naturalista suíço Charles Bonnet, no século XVIII, realizou uma bela experiência que o fez ser louvado pela Academia de Ciências de Paris, tornando-se seu membro mais jovem. Bonnet prendeu um único afídeo virgem e o isolou num vidro com uma folha. Então, observou seu afídeo solitário, das quatro da manhã até as onze da noite, todos os dias, registrando suas atividades. Dentro de um mês, nasceu o primeiro filhote da prole; outros 94 se seguiram em vinte e um dias.
(ROONEY, A. A História da Biologia: da Ciência dos tempos antigos à Genética moderna. São Paulo: M.Books do Brasil Editora Ltda. 2018. Adaptado.)
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