O nazismo, na primeira metade do século XX, motivou inúmeras narrativas de crimes contra a humanidade e de lutas pela sobrevivência. Um exemplo é o do escritor Primo Levi, que, por sua condição de membro do grupo social cuja intensa perseguição pelos nazistas ficou marcada pela expressão Holocausto e por sua oposição ao regime político de seu país natal, liderado por Benito Mussolini, foi preso e enviado ao complexo de campos de concentração de Auschwitz. Porém, sua formação em química permitiu que, em Auschwitz, ele auxiliasse na pesquisa para a produção de borracha sintética. Isso fez com que Levi não fosse enviado à morte nas câmaras de gás, ao contrário do que ocorreu com vários patrícios seus.
Pelo relato acima, pode-se concluir que Primo Levi