“O nome atual, que a espécie carrega desde os anos 20, não lhe é muito lisonjeiro e quer dizer ‘o odioso do Egito’ (aedes vem do grego, e aegypti, do latim). ‘É um mosquito velhaco, insistente, aproveitador’, definiu o pesquisador Ricardo Lourenço, estudioso do Aedes aegypti na Fiocruz, a Fundação Oswaldo Cruz. É natural do norte da África, onde ocupava originalmente florestas. Aos poucos, os mosquitos silvestres que picavam primatas na mata se adaptaram para viver nas proximidades das aglomerações de humanos, depositando seus ovos em potes de água e dando início a uma convivência estreita e duradoura com o Homo Sapiens (ESTEVES, Bernardo. A guerra do cem anos. In: PIAUÍ n. 115, abril de 2016, p. 23).
Uma grande campanha para o extermínio do mosquito foi desencadeada, já no século XX, na cidade do Rio de Janeiro, que, à época, era a capital federal do Brasil e tinha menos de um milhão de habitantes.
Em que período da história política brasileira houve essa campanha?